Ampelocissus javalensis (Seem.) W.D.Stevens & A.Pool
  • Novon 9: 424 (1999) 


Cite taxon page as 'WFO (2024): Ampelocissus javalensis (Seem.) W.D.Stevens & A.Pool. Published on the Internet;http://www.worldfloraonline.org/taxon/wfo-0000531530. Accessed on: 22 Feb 2024'

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3. Ampelocissus javalensis (Seem.) W.D. Stevens et A. Pool, Novon 9: 424 (1999). Vitis javalensis Seem., J. Bot. 7: 332 (1869). Neotipo (designado por Stevens y Pool, 1999): Costa Rica, Herrera 2228 (MO!). Ilustr.: Lombardi, Fl. Neotrop. 80: 19, t. 5 (2000).

Por. J.A. Lombardi.

Ampelocissus costaricensis Lundell, Cissus javalensis (Seem.) Planch.

Bejucos; ramas cilíndricas, con lenticelas escasas, araneosas y glabrescentes, cuando jóvenes rojizas. Hojas 8-22 × 6.9-21.5 cm, ovadas, oblongas, deltoides, cordiformes o triangulares, papiráceas, araneosas en ambas superficies cuando jóvenes, el haz de las hojas maduras muy escasamente araneoso y glabrescente, el envés escasamente araneoso, rojizo, la base cordata, los márgenes dentados o denticulados, 3-5-lobados, el ápice agudo, acuminado o caudado; estípulas triangulares; pecíolos 2.5-10.9 cm. Inflorescencias 17.5-34 × 7-13 cm, las ramas laterales largas; pedúnculos 5.3-11.1 cm, verdes; pedicelos 1-3 mm, verdes, glabros o pubérulos. Botones subesféricos, rojos; cáliz glabro; pétalos glabros; filamentos rojos; disco rojo, 5-10-sulcado; ápice del ovario glabro. Bayas 16-18 × 18-20 mm, subesféricas, verdes o pardo-rojizas. Floraciónoct.-nov., feb,abr.-jun.; fructificación nov., feb.-abr. Selvas altas perennifolias, bosques ligeramente perturbados. CR (Tonduz 14849, BM); P (Peterson y Annable 7334, MO). 0-300 m. (Endémica.)

Ampelocissus javalensis es la única especie del género que se encuentra en las selvas de la costa atlántica de Costa Rica (Limón) y Panamá (Bocas del Toro). Stevens y Pool (1999) postularon su presencia en Nicaragua, donde estaría extinta.

  • Provided by: [A].Flora Mesoamericana
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    Ampelocissus javalensis (Seem.) W.D. Stevens & A. Pool, Novon 9: 424. 1999; Vitis javalensis Seem.; Cissus javalensis (Seem.) Planch.; A. costaricensis Lundell.

    Bejucos; tallos teretes, no alados, tallos jóvenes blanquecino a ferrugíneo-aracnoideos, zarcillos presentes, dicotómicamente ramificados; plantas hermafroditas. Hojas simples, ovadas a oblongas, a menudo con 3 ó 5 lobos poco profundos, (8–) 15–22 cm de largo y (6.9–) 14–21.5 cm de ancho, ápice acuminado a caudado, base reniforme a cordada, margen dentado, densamente aracnoide a glabrescente, a veces puberulentas en los nervios, superficie abaxial teñida con rojo violeta; pecíolos (2.5–) 8–13.5 cm de largo; estípulas caducas. Inflorescencias panículas densas, 14–34 cm de largo, ramas aracnoides mezcladas con indumento clavado grueso, flores rojo-violetas; cáliz cupuliforme; corola en yema (1–) 1.5–2 mm de largo, pétalos 5, libres; disco sulcado por 5 ranuras profundas y 5 no tan profundas, estilo muy corto y grueso, no persistente, estigma inconspicuo, cóncavo. Fruto obovoide (subgloboso), 15–20 mm de largo, de color bronce; semillas 4, cuneiformes, 12–13 mm de largo.

    Rara y tal vez ya no se encuentre en Nicaragua. Seemann publicó el nombre Vitis javalensis en 1869 basado en colecciones vivas de las minas de Javalí, en Chontales, que en esa época era un área de bosques siempreverdes húmedos. En la actualidad se la conoce de Costa Rica y Panamá. Género con unas 95 especies de México a Panamá, las Antillas, Africa y Asia. Dos otras especies, A. acapulcensis (Kunth) Planch. (México y El Salvador) y A. erdvendbergiana Planch. (México, El Salvador y Guatemala), se podrían encontrar en Nicaragua. Ambas ocurren en bosques secos y aparentemente son deciduas, floreciendo cuando las hojas han caído o cuando son muy jóvenes y tienen inflorescencias mucho más pequeñas (3.5–9.4 cm de largo) que nuestra especie. A. acapulcensis tiene pedicelos pubescentes y frutos (11–) 15 (–24) mm de largo y A. erdvendbergiana tiene pedicelos glabros y frutos 6–8 mm de largo.

  • Provided by: [B].Flora de Nicaragua
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    Lianas, hermafroditas; tricomas aracnóides, alvos, misturados a tricomas curtos não ramificados e não glandulares, secos achatados; ramos cilindricos, com lenticelas esparsas, jovens avermelhados, aracnóides e glabrescentes. Gavinhas dicotomicamente ramificadas, esparso aracnóides ou aracnóides; escamas 35 mm compr., triangulares, ápice caudado, esparso aracnóides. Folhas simples; pecíolos (2,5-)6,8-10,9 cm compr., canaliculados, aracnóides e glabrescentes; estípulas ca. 2 mm compr. x 2 mm larg., triangulares, aracnóides e glabrescentes, carnosas, caducas; láminas (8-) 13,2-21 (-22) x (6,9-) 11,5-20(-21,5) cm, ovais, oblongas, deltoides, cordiformes, ou triangulares, ápice agudo, acuminado, ou caudado, margem denteada ou denticulada, 3-5 lobada, base cordada, láminas jovens aracnóides em ambas as faces, maduras muito esparso aracnóides e glabrescentes na face adaxial, esparso aracnóides na face abaxial, papiráceas, avermelhadas na face abaxial. Inflorescéncias (17,5-) 30-34 cm compr. x (7—) 11—13 cm larg., panículas densas, nascendo em ramos velhos e sem folhas e então com pedúnculos volúveis ou em ramos reprodutivos com folhas e associadas a gavinhas, com ramos laterais longos; pedúnculos (5,3—)10,1—11,1 cm compr., verdes, esparso aracnóides, aracnóides, papilosos, ou pubérulos, minutamente escabrosos, com lenticelas esparsas, às vezes volúveis; brácteas ca. 1 mm compr., triangulares, aracnóides, pubérulas, ou glabras; pedicelos l(-3) mm compr., verdes, glabros ou pubérulos, papilosos; botões subesféricos; cálice 0,5-1 mm diâm., vermelho, glabro, papiráceo, lobos deltoides, base arredondada; corola em botão l(-2) mm alt. x (l-)2 mm diâm.; pétalas vermelhas, glabras; filetes vermelhos, anteras latrorsas; disco 5-10-sulcado, vermelho, ápice do ovário glabro; estile nulo, estigma pontual, côncavo. Baga 16-18 mm compr. x 18-20 mm larg., verde ou marrom-averme-lhada, subesférica, lisa; sementes 3-4, observadas aparentemente mal-formadas ou imaturas 12 mm compr. x 9-10 mm larg., subcordiformes, laterais rugosas, hilo agudo, rafe obscura, chalaza obscura.

  • Provided by: [C].Flora Neotropica
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    Distribution

    Costa Rica, a altitudes de 3 a 100-300 m, em matas pluviais primárias. Coletada com flores de fevereiro a maio e de agosto a outubro, e com frutos em fevereiro.

  • Provided by: [C].Flora Neotropica
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    • 7
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    Flora NeotropicaDistribution

    Costa Rica, a altitudes de 3 a 100-300 m, em matas pluviais primárias. Coletada com flores de fevereiro a maio e de agosto a outubro, e com frutos em fevereiro.

    General Information

    Lianas, hermafroditas; tricomas aracnóides, alvos, misturados a tricomas curtos não ramificados e não glandulares, secos achatados; ramos cilindricos, com lenticelas esparsas, jovens avermelhados, aracnóides e glabrescentes. Gavinhas dicotomicamente ramificadas, esparso aracnóides ou aracnóides; escamas 35 mm compr., triangulares, ápice caudado, esparso aracnóides. Folhas simples; pecíolos (2,5-)6,8-10,9 cm compr., canaliculados, aracnóides e glabrescentes; estípulas ca. 2 mm compr. x 2 mm larg., triangulares, aracnóides e glabrescentes, carnosas, caducas; láminas (8-) 13,2-21 (-22) x (6,9-) 11,5-20(-21,5) cm, ovais, oblongas, deltoides, cordiformes, ou triangulares, ápice agudo, acuminado, ou caudado, margem denteada ou denticulada, 3-5 lobada, base cordada, láminas jovens aracnóides em ambas as faces, maduras muito esparso aracnóides e glabrescentes na face adaxial, esparso aracnóides na face abaxial, papiráceas, avermelhadas na face abaxial. Inflorescéncias (17,5-) 30-34 cm compr. x (7—) 11—13 cm larg., panículas densas, nascendo em ramos velhos e sem folhas e então com pedúnculos volúveis ou em ramos reprodutivos com folhas e associadas a gavinhas, com ramos laterais longos; pedúnculos (5,3—)10,1—11,1 cm compr., verdes, esparso aracnóides, aracnóides, papilosos, ou pubérulos, minutamente escabrosos, com lenticelas esparsas, às vezes volúveis; brácteas ca. 1 mm compr., triangulares, aracnóides, pubérulas, ou glabras; pedicelos l(-3) mm compr., verdes, glabros ou pubérulos, papilosos; botões subesféricos; cálice 0,5-1 mm diâm., vermelho, glabro, papiráceo, lobos deltoides, base arredondada; corola em botão l(-2) mm alt. x (l-)2 mm diâm.; pétalas vermelhas, glabras; filetes vermelhos, anteras latrorsas; disco 5-10-sulcado, vermelho, ápice do ovário glabro; estile nulo, estigma pontual, côncavo. Baga 16-18 mm compr. x 18-20 mm larg., verde ou marrom-averme-lhada, subesférica, lisa; sementes 3-4, observadas aparentemente mal-formadas ou imaturas 12 mm compr. x 9-10 mm larg., subcordiformes, laterais rugosas, hilo agudo, rafe obscura, chalaza obscura.

    Flora de NicaraguaGeneral Information

    Ampelocissus javalensis (Seem.) W.D. Stevens & A. Pool, Novon 9: 424. 1999; Vitis javalensis Seem.; Cissus javalensis (Seem.) Planch.; A. costaricensis Lundell.

    Bejucos; tallos teretes, no alados, tallos jóvenes blanquecino a ferrugíneo-aracnoideos, zarcillos presentes, dicotómicamente ramificados; plantas hermafroditas. Hojas simples, ovadas a oblongas, a menudo con 3 ó 5 lobos poco profundos, (8–) 15–22 cm de largo y (6.9–) 14–21.5 cm de ancho, ápice acuminado a caudado, base reniforme a cordada, margen dentado, densamente aracnoide a glabrescente, a veces puberulentas en los nervios, superficie abaxial teñida con rojo violeta; pecíolos (2.5–) 8–13.5 cm de largo; estípulas caducas. Inflorescencias panículas densas, 14–34 cm de largo, ramas aracnoides mezcladas con indumento clavado grueso, flores rojo-violetas; cáliz cupuliforme; corola en yema (1–) 1.5–2 mm de largo, pétalos 5, libres; disco sulcado por 5 ranuras profundas y 5 no tan profundas, estilo muy corto y grueso, no persistente, estigma inconspicuo, cóncavo. Fruto obovoide (subgloboso), 15–20 mm de largo, de color bronce; semillas 4, cuneiformes, 12–13 mm de largo.

    Rara y tal vez ya no se encuentre en Nicaragua. Seemann publicó el nombre Vitis javalensis en 1869 basado en colecciones vivas de las minas de Javalí, en Chontales, que en esa época era un área de bosques siempreverdes húmedos. En la actualidad se la conoce de Costa Rica y Panamá. Género con unas 95 especies de México a Panamá, las Antillas, Africa y Asia. Dos otras especies, A. acapulcensis (Kunth) Planch. (México y El Salvador) y A. erdvendbergiana Planch. (México, El Salvador y Guatemala), se podrían encontrar en Nicaragua. Ambas ocurren en bosques secos y aparentemente son deciduas, floreciendo cuando las hojas han caído o cuando son muy jóvenes y tienen inflorescencias mucho más pequeñas (3.5–9.4 cm de largo) que nuestra especie. A. acapulcensis tiene pedicelos pubescentes y frutos (11–) 15 (–24) mm de largo y A. erdvendbergiana tiene pedicelos glabros y frutos 6–8 mm de largo.

    Flora MesoamericanaGeneral Information

    3. Ampelocissus javalensis (Seem.) W.D. Stevens et A. Pool, Novon 9: 424 (1999). Vitis javalensis Seem., J. Bot. 7: 332 (1869). Neotipo (designado por Stevens y Pool, 1999): Costa Rica, Herrera 2228 (MO!). Ilustr.: Lombardi, Fl. Neotrop. 80: 19, t. 5 (2000).

    Por. J.A. Lombardi.

    Ampelocissus costaricensis Lundell, Cissus javalensis (Seem.) Planch.

    Bejucos; ramas cilíndricas, con lenticelas escasas, araneosas y glabrescentes, cuando jóvenes rojizas. Hojas 8-22 × 6.9-21.5 cm, ovadas, oblongas, deltoides, cordiformes o triangulares, papiráceas, araneosas en ambas superficies cuando jóvenes, el haz de las hojas maduras muy escasamente araneoso y glabrescente, el envés escasamente araneoso, rojizo, la base cordata, los márgenes dentados o denticulados, 3-5-lobados, el ápice agudo, acuminado o caudado; estípulas triangulares; pecíolos 2.5-10.9 cm. Inflorescencias 17.5-34 × 7-13 cm, las ramas laterales largas; pedúnculos 5.3-11.1 cm, verdes; pedicelos 1-3 mm, verdes, glabros o pubérulos. Botones subesféricos, rojos; cáliz glabro; pétalos glabros; filamentos rojos; disco rojo, 5-10-sulcado; ápice del ovario glabro. Bayas 16-18 × 18-20 mm, subesféricas, verdes o pardo-rojizas. Floraciónoct.-nov., feb,abr.-jun.; fructificación nov., feb.-abr. Selvas altas perennifolias, bosques ligeramente perturbados. CR (Tonduz 14849, BM); P (Peterson y Annable 7334, MO). 0-300 m. (Endémica.)

    Ampelocissus javalensis es la única especie del género que se encuentra en las selvas de la costa atlántica de Costa Rica (Limón) y Panamá (Bocas del Toro). Stevens y Pool (1999) postularon su presencia en Nicaragua, donde estaría extinta.

     Information From

    Flora Mesoamericana
    http://www.mobot.org/MOBOT/fm/
    World Flora Online Data. 2021.
    • A Missouri Botanical Garden
    Flora de Nicaragua
    http://www.tropicos.org/projectwebportal.aspx?projectid=7&pagename=Home&langid=66
    World Flora Online Data. 2021.
    • B Missouri Botanical Garden
    Flora Neotropica
    World Flora Online Data. 2021.
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    Vitaceae
    https://powo.science.kew.org/
    World Flora Online Data. 2023.
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    World Flora Online Data. 2023.
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